quinta-feira, fevereiro 28, 2013

A peregrinação anual a Fátima


A meta geral deste ano pastoral é sensibilizar o povo da Paróquia de Loures para o valor de acolher quem é diferente. Após vivermos o “acolher” na Semana da Padroeira e os valores “aproximar” no magusto, “alegrar” em janeiro com o canto das janeiras e “pacificar” no mês de fevereiro com a celebração do dia do doente, propomos a vivência da escuta do outro na ocasião da peregrinação interparoquial a Fátima. Queremos que sirva para que as pessoas das várias paróquias tenham uma maior abertura à escuta do outro, acolhendo-o nas suas diferenças.

Porquê?
·         Porque hoje em dia não é frequente as pessoas darem tempo à escuta do outro. As peregrinações interparoquiais mostraram ser bons momentos de encontro entre as pessoas, tanto nas viagens em autocarro como nos vários momentos de celebração conjunta, e boa ocasião para as pessoas se escutarem com mais atenção com vista a um aperfeiçoamento das relações interpessoais;

·         Porque reconhecemos ser essa a vontade da Igreja: " Em virtude da sua missão de iluminar o mundo inteiro com a mensagem de Cristo e de reunir sob um só Espírito todos os homens, de qualquer nação, raça ou cultura, a Igreja constitui um sinal daquela fraternidade que torna possível e fortalece o diálogo sincero. Isto exige, em primeiro lugar, que, reconhecendo toda a legítima diversidade, promovamos na própria Igreja a mútua estima, respeito e concórdia, em ordem a estabelecer entre todos os que formam o Povo de Deus, pastores ou fiéis, um diálogo cada vez mais fecundo. Porque o que une entre si os fiéis é bem mais forte do que o que os divide: haja unidade no necessário, liberdade no que é duvidoso, e em tudo caridade" In Gaudium et Spes, nº 92.

·         E porque nas peregrinações as paróquias promovem ocasiões em que as pessoas sejam motivadas a escutarem-se com mais atenção, acolhendo as diferenças pessoais e onde possam peregrinar com sentido de fé.

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