Maio, mês de Maria - Procissões de velas


Registos da Semana Santa


Foi enriquecedor fazer a preparação das eucaristias de ramos, num ambiente acolhedor, muito alegre e divertido, e com muita entreajuda e verdadeira confraternização, onde a boa disposição estava patente nos rostos, de todos os elementos presentes da equipa de zona.
A Missa de Ramos foi uma linda celebração, cativante do início ao fim. Foi a primeira vez que assisti ao início da eucaristia feita no adro da igreja Matriz.
Nos ofícios de leitura e laudes, num ambiente único e próprio, com as várias equipas unidas e em entreajuda podemos falar com Deus. Foi um sentimento de profunda riqueza espiritual e simultaneamente de aprendizagem.
A Via-sacra foi muito boa. Uma sensação reconfortante, uma vez mais, uma bela reunião. A Vigília Pascal foi muito emotiva; são valores transmitidos de uma forma natural como, emoções de renovação, sentimentos de deveres por cumprir e muito caminho ainda para percorrer.”

Júlio Dinis, Guerreiros | Catequista em Pinheiro de Loures

Mensagem de Ressurreição

Disse-lhes: “Vinde e vede”. Então eles foram e viram onde morava, e permaneceram com ele aquele dia. Era a hora décima, aproximadamente. (Jo 1, 39)

Os dias que vivemos são de pressas, correrias... apesar de tanto desemprego o tempo continua a faltar a todos, tantas vezes ouvimos e dizemos que não temos tempo. A nossa atenção está mais focada no futuro, no que ainda não fizemos e, não tanto, no que já podemos viver, experimentar e saborear. É verdade que, depois do primeiro impacto, da primeira impressão, do primeiro conhecimento, é preciso algum esforço para ir mais longe, para aprofundar a amizade. Mas quem faz a experiência profunda de “estar ao lado”, quem permanece vive uma riqueza inesquecível: “era a hora décima”.
A renovação das nossas vidas, a ressurreição que Deus nos quer sempre dar também se concretiza neste permanecer com aqueles que connosco vivem o dia a dia e, ainda, connosco partilham a fé. Encontrar formas e forças para permanecer, para aprofundar, para estabelecer laços inquebráveis é vida nova que Deus te quer oferecer. Santa Páscoa!

Pe. Chico, Pe. Duarte e Diácono Simão

Na Páscoa o Valor é permanecer no Amor!

CONVITES

vive o valor “permanecer”, vem celebrar a páscoa!
celebração dos ramos
Missa de Ramos - Igreja Matriz de Loures  28 de março às 18h30
                                                                                      29 de março às 11h30
nas restantes zonas as missas são nos horários habituais
quinta feira santa (2 ABRIL)
Última ceia e adoração eucarística
Igreja Matriz de Loures às 21h30 (adoração toda a noite até sexta feira às 9h)

sexta feira santa (3 ABRIL)
Ofício de leitura e laudes - Igreja Matriz de Loures às 9h
Celebração da Paixão do Senhor - Igreja Matriz de Loures às 15h
Via-sacra pelas ruas de Loures (concentração às 21h no Centro Pastoral)
sábado santo (4 ABRIL)
Ofício de leitura e Laudes - Igreja Matriz de Loures às 10h
Vigília Pascal - Igreja Matriz de Loures às 22h
missas de domingo de páscoa (5 ABRIL)


Moninhos e Murteira    9h
Ponte de Lousa               10h
A-dos-Cãos                      10h15
Igreja Matriz de Loures e Montemor      11h30
Guerreiros                                                    18h
Infantado (escola primária)                       19h15

Que valor viver nesta Páscoa?

Este ano queremos que os residentes em Loures percebam a riqueza de permanecer junto uns dos outros pela experiência de celebrar o Tríduo Pascal na paróquia de Loures.

Porquê?

·         Porque entre as celebrações dos Ramos e a celebração do Domingo de Páscoa se verificam movimentos de migração em direção às terras de origem ou algum distanciamento e indiferença relativamente às celebrações que são centralizadas na Matriz;

·         Porque é a vontade de Jesus: “Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e assim vos acontecerá.” (Jo 15, 7)


·         Porque é uma oportunidade para as pessoas experimentarem a riqueza de permanecer juntos uns dos outros, reconhecendo-se como membros da comunidade paroquial que unidos celebram o centro da sua fé.

Registos da peregrinação a Fátima

 ”Foi muito bom fazer em comunidade a peregrinação a Fátima. Em convívio com o próximo aprofundámos a nossa fé e ficámos a conhecer melhor os nossos irmãos. Gostámos da forma como encontrámos o local de almoço, do convívio e da partilha. També a caminhada da Via-Sacra foi para nós uma grande riqueza.




Irene e Adérito Carvalho, Marzagão

Dia do Doente

22 de fevereiro de 2015
15 horas | Igreja Matriz de Santa Maria de Loures

Missa do doente
com a celebração da unção dos enfermos

Todos são convidados participar na missa do doente e a escutar os doentes e idosos (familiares, vizinhos ou que vivam num lar próximo), a visitá-los levando-lhes o convite para a celebração do doente e a acompanhá-los à celebração.

Os jovens da Paróquia vão preparar um chá quentinho e bolachas para todos os presentes no final celebração na Igreja Matriz.

Se for preciso o transporte para a missa em viatura especial, os Bombeiros Voluntários de Loures podem apoiar a deslocação para a Igreja, devendo para isso contactar-se o Centro Paroquial de Loures ou o Grupo “Dar a mão” através dos números 960 260 055/917 180 412 (Alice Lourenço) ou 963 153 707 (Alice Francisco) ou pelo mail daramao.paroquiadeloures@gmail.com.
O tema deste ano convida-nos a meditar uma frase do livro de Jó: «Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo» (29, 15). Gostaria de o fazer na perspectiva da «sapientia cordis», da sabedoria do coração. (…)
Sabedoria do coração é ser solidário com o irmão, sem o julgar. A caridade precisa de tempo. Tempo para cuidar dos doentes e tempo para os visitar. Tempo para estar junto deles, como fizeram os amigos de Jó: «Ficaram sentados no chão, ao lado dele, sete dias e sete noites, sem lhe dizer palavra, pois viram que a sua dor era demasiado grande» (Job 2, 13). Mas, dentro de si mesmos, os amigos de Jó escondiam um juízo negativo acerca dele: pensavam que a sua infelicidade fosse o castigo de Deus por alguma culpa dele. Pelo contrário, a verdadeira caridade é partilha que não julga, que não tem a pretensão de converter o outro; está livre daquela falsa humildade que, fundamentalmente, busca aprovação e se compraz com o bem realizado.

 In Mensagem do papa Francisco para o dia do doente 2015
visita o doente 
escuta o que ele sente