Palavra 92 | Dia do doente


Missa do Doente

14 de Fevereiro - 15h00, Igreja de Santa Maria de Loures

com a celebração da unção dos enfermos

Estão todos convidados à participação na missa do doente e a escutá-los; idosos, doentes, familiares, vizinhos ou que vivam num lar próximo… Visite-os levando-lhes o convite para a celebração do doente e a acompanhe-os à celebração. No final da celebração, os jovens e o grupo “Dar a Mão” da Paróquia vão preparar um chá quentinho e bolachas para todos os presentes.
Se for preciso o transporte para a missa em viatura especial, os Bombeiros Voluntários de Loures podem apoiar a deslocação para a Igreja, devendo para isso contactar-se, com a antecedência devida, o Centro Paroquial de Loures ou o Grupo “Dar a Mão” através dos números 960 260 055/917 180 412 (Alice Lourenço) ou 963 153 707 (Alice Francisco) ou pelo email:
daramao.paroquiadeloures@gmail.com

Nossa Senhora do Cabo Espichel (1 de Outubro de 2016)

Há artigos religiosos relacionados com a visita da imagem de Nossa Senhora do Cabo Espichel à Paróquia de Santa Maria de Loures, que poderão ser adquiridos em diversos locais.
Podem consultar a página de Facebook
do Círio de Nossa Senhora do Cabo:
www.facebook.com/sradocaboloures
Quem puder colaborar na confeção de flores para ornamentarem as ruas de Loures, poderá levantar o material necessário no Centro Paroquial.

São Vicente, O Padroeiro de Lisboa

Vicente, um jovem diácono da Igreja de Saragoça, morreu mártir em Valência no ano de 304 durante a perseguição aos cristãos pelo imperador Deocleciano, depois de sofrer cruéis torturas.
Segundo Prudêncio, um poeta cristão da Antiguidade, os restos mortais de Vicente foram mandados lançar aos pântanos fora dos muros da cidade, para que fossem devorados por animais tendo sido protegidos por corvos, que impediram a profanação do corpo.
Refere uma lenda que em 713 os mouros puseram as relíquias de S. Vicente numa barca, à deriva, tendo dois corvos poisado nela e acompanhado a barca até chegar ao Promontorium Sacrum, na Lusitânia, por isso designado Cabo de S. Vicente, e hoje também Ponta de Sagres.
A tentativa de recuperação dos restos mortais do mártir foi ordenada por D. Afonso Henriques, que mandou levar as relíquias para Lisboa, onde, em sua honra, foi em 1147, no cumprimento de um voto dirigido a São Vicente pelo sucesso da conquista de Lisboa aos mouros, levantada uma igreja, fora dos muros da cidade, por ser dedicada a São Vicente e por ser fora dos muros, denominado Mosteiro de São Vicente de Fora, e proclamando-o Padroeiro de Lisboa.
O corpo do mártir chegou de noite e clandestinamente à cidade no dia 15 de setembro de 1173, proveniente da Ponta de Sagres, tendo sido depositado na Igreja de Santa Justa.
No dia seguinte é trasladado para o altar-mor da Sé e do Algarve chega tudo o que pertencia ao mártir.
Parte das relíquias de São Vicente destruídas quase na totalidade pelo terramoto de 1755, ainda existem hoje na Sé de Lisboa, sede do Patriarcado.
São Vicente é representado com a barca que o transportou e os corvos, estando presentes no brazão da Cidade de Lisboa.
S. Vicente, diácono e mártir, é Padroeiro principal do Patriarcado de Lisboa e da Diocese do Algarve, tendo sido o dia 22 de janeiro instituído como o dia da Solenidade de São Vicente, dia em que durante uma celebração solene na Sé de Lisboa, presidida pelo Cardeal-Patriarca e na presença das mais altas autoridades municipais de Lisboa, são exibidas as relíquias sagradas de São Vicente.

Rolando Santos

Testemunhos das nossas Janeiras

Aproveitando a celebração da missa do dia do Padroeiro (17 de Janeiro) na nossa colectividade, e tendo em atenção uma maior concentração de pessoas, agendámos o canto das Janeiras para esse final de tarde.
Contamos com a preciosa ajuda de vários elementos do grupo coral e musical da Paróquia, dando assim uma maior divulgação do evento, que na nossa localidade ainda não está muito enraizado.
Contudo houve bastante adesão da parte da assistência e no fim foram distribuídas umas pequeninas imagens do Deus-Menino para lembrar o acontecimento.
Esperamos que no próximo ano possamos continuar com esta actividade de forma a congregar cada vez mais os paroquianos à volta da Igreja-Mãe.

Lurdes Maranha - A-dos-Cãos

As janeiras fazem sempre recordar a aldeia onde eu nasci e brinquei na minha mocidade.
Gostei muito de ouvir cantar as janeiras aqui na Mealhada e até colaborei com os vários elementos do coro juntando a minha voz.
Espero para o ano que vem se efectue novamente este evento bem alegre e com espírito de união em Cristo Senhor.

Angelica Marina - Mealhada

Cantar as Janeiras no Infantado foi algo de bom e positivo.
O grupo era grande, as pessoas bem dispostas e divertidas.
Visitamos grande parte das lojas do Infantado, e as pessoas foram muito simpáticas e generosas.
Para o próximo ano temos de conseguir cativar as crianças do Infantado para nos acompanharem, pois fazem parte desta comunidade, e é muito importante a sua participação e a dos pais.
Um bom ano para todos ,e para o ano vamos voltar.

Paula Marcelino - Infantado

Palavra 91


Cantar das “Janeiras”